No último dia 07 de Dezembro, às 9h, aconteceu no Auditório da Prefeitura, uma palestra sobre destinação de lixo urbano e o lançamento da criação de um novo serviço da Secretaria da Saúde de Indaiatuba, a Vigilância Ambiental.
Infelizmente, por falta de divulgação à sociedade, o Grupo Código Verde não teve acesso a informação de que haveria esta palestra e aparentemente somente convidados estiveram presentes. Para não ficarmos completamente alheios a este assunto, que é importante não somente para a nossa cidade mas também para a proposta de trabalho do nosso grupo, segue abaixo, a publicação da Prefeitura (datada de 09/12/2009), a qual narra o ocorrido durante a palestra.
"O lançamento da Vigilância Ambiental novo serviço da Secretaria de Saúde de Indaiatuba reuniu 120 pessoas no Auditório da Prefeitura e participaram da palestra “Destinação do lixo urbano”, com a bióloga, especialista em ciências ambientais Valéria Leite Aranha. A palestra durou cerca de duas horas de meia e contou com representantes de empresas do município, funcionários públicos municipais de saúde, segmentos da rede particular de saúde do município, do Secretário José Roberto Destefenni que representou o Prefeito Reinaldo Nogueira (PDT), que estava em outro compromisso.
Também estavam presentes a presidente do Funssol, Enides Nogueira Lopes Cruz; da Controladoria Municipal, Admar Martini; de Engenharia e Planejamento, Sandro Coral; da Fazenda, Marcelo Pigatto, de Desenvolvimento, Edmundo José Duarte; do Professor Doutor João Cantarelli do Condema e de Ulhoa Cintra da FEAI (Federação das Entidades Assistenciais de Indaiatuba).
O Secretário de Saúde José Roberto Destefenni agradeceu a participação dos convidados, dos representantes de empresas de Indaiatuba e dos secretários municipais presentes. Ressaltou que o Ministério da Saúde está descentralizando os serviços e a Vigilância em Saúde e Vigilância Ambiental faz parte do processo e alguns serviços já eram feitos pela Saúde. “A Vigilância Ambiental visa o conhecimento e detecção e prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Cuida especialmente de vetores, reservatórios e hospedeiros, água para consumo humano, ar e solo, contaminantes ambientais e substância químicas, desastres naturais, acidentes com produtos perigosos, fatores físicos e ambiente de trabalho”.
A palestrante Valéria Leite Aranha, discorreu sobre os resíduos sólidos urbanos resultantes da atividade doméstica e comercial e o problema gerado pelo lixo no Brasil. Declarou que o problema do lixo não é só dos governantes, mas de todos. “Para resolver o problema é necessário um grande investimento educacional visando mudança de comportamento”.
Valéria Leite Aranha alertou ainda sobre destinação do lixo e questão do descarte do material tóxico como aerosóis vazios, pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes, restos de medicamentos, etc. “Estes, necessitam de um destino especial para que não contaminem o ambiente e os seres que nele habitam”.
Citou a questão das coletas que podem ser seletiva e indiferenciada e a necessidade de dos municípios investirem na educação ambiental, pois quando não ocorre nenhum tipo de seleção na coleta, o lixo pode acabar provocando danos irreversíveis ao meio ambiente (ar, água e solo) e consequentemente ao homem. “A enorme quantidade de lixo de coletas comuns das metrópoles necessita de grande áreas”.
Valeria Leite ressaltou que 76% das cidades brasileiras possuem lixões a céu aberto, 13% Aterros Controlados e 10% Aterros Sanitários e apenas 1% é destinado para o tratamento como reciclagem, compostagem e incineração."
Publicação: 09/12/2009 - 14:30h
Redatores: Deuzeni Ceppolini
Release N.º: 2463
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